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Miséria da Ciência

A força devastadora de Miséria da Ciência

O internauta já percebeu que o livro Miséria da Ciência é, no mínimo, demolidor. Além de desconstruir criticamente a ciência moderna e a mídia, é também uma chacoalhada nas convicções (normalmente falhas e falsas) que estão arraigadas em mim, em você, enfim, no homem moderno e em toda a mídia, da TV Globo à revista Veja e do Estadão à Folha, veículos duramente criticados em meu livro, porque acusados de fazer pseudociência (que é o mesmo que interpretar equivocadamente a realidade).

Se você deseja saber o que o livro diz a respeito de determinado veículo, de jornalistas, cientistas, intelectuais e celebridades, basta abri-lo na versão em pdf que está no site e selecionar o nome do veículo ou da pessoa desejada. Evidentemente, se não surgir nada é porque o livro não faz menção ao tema ou à pessoa que você selecionou.

Além de contestar Einstein e de trazer novas descobertas (minhas) que, se comprovadas, podem abalar a física e todas as disciplinas, a obra é um duro golpe na maneira de pensar e enxergar as coisas (na visão de mundo) que temos todos nós, eu, você, os cientistas, os intelectuais e as celebridades em geral.

Cientistas de renome, inclusive Einstein, e jornalistas especializados em ciência também são contestados e criticados. Não poupo intelectuais nem jornalistas conhecidos, de Millôr Fernandes a Arnaldo Jabor, passando por Diogo Mainardi, Okky de Souza, Duda Teixeira, estes de Veja etc. Enfim, é uma operação-desmanche da ciência oficial que aí está e dessa forma de pensar que se encontra na crista da onda, presente também em todos os comentaristas e articulistas em atividade, inclusive em Tom Capri, o responsável por este site.

O autor tenta provar, no livro, que as teorias do big bang e das supercordas não se sustentam e que os neutrinos têm massa. Também põe de pé novos conceitos, como os de ciência, vazio, antimatéria, entre outros, e mostra que a ciência moderna não faz mais ciência autêntica. Aponta, por fim, os caminhos para uma leitura correta de Darwin, Marx, Hegel e outros mais, que, lamentavelmente, ainda não foram suficientemente entendidos pela maioria de nós.

Evidentemente, tudo em Miséria da Ciência é passível de contestação, o que cabe a você, internauta, fazer. É claro que a obra pode ser um blefe, mais um para a coleção da humanidade. Mas, mesmo que seja um blefe, o livro é promessa de verdadeira hecatombe universal. Com certeza, se passar pelo crivo da ciência, deverá abalar toda a prática científica, nas suas mais variadas disciplinas, da física à medicina, e também do jornalismo à religião e à arte, enfim, toda a sociabilidade que aí está, regida pelo capital.